Minha "Música do Ano"

Por ser um cara bem sentimental, sempre tive a mania de associar músicas a momentos. E, todos os anos, sempre tem alguma que me marca demais.

Por exemplo, no ano passado, que foi o pior ano que tive, a minha música do ano era uma clássica.

Da banda Talk Talk, a música "Life's What You Make It"[1] ("A vida é o que você faz dela", em tradução literal) foi a que eu mais escutei, a que mais definiu o ano e minha vida no momento:



Talk Talk: "Life's What You Make It" (tradução)

Querida, a vida é o que você faz dela
E você não pode escapar
Querida, o ontem era seu favorito
E agora você não o odeia?

(Mas tudo está bem...)
A vida é o que você faz dela
(Mas tudo está bem...)

Querida, a vida é o que você faz dela
Não tente voltar atrás
Querida, não tente escondê-la
Pois sua beleza é natural

(Mas tudo está bem...)
A vida é o que você faz dela
(Mas tudo está bem...)
O que você faz dela

Querida, a vida é o que você faz dela
Então a celebre
E a antecipe
Pois o ontem é passado
E nada irá mudá-lo
A vida é o que você faz dela

(Mas tudo está bem...)
A vida é o que você faz dela
(Mas tudo está bem...)
A vida é o que você faz dela
(Mas tudo está bem...)
(Mas tudo está bem...)
(Mas tudo está bem...)
Faz dela, faz dela...
(Mas tudo está bem...)
A vida é o que você faz dela

Basicamente, é uma constante contestação sobre a vida e o fato de viver todos os dias como se fossem o último, sem arrependimentos, sem mágoas. Tudo que aconteceu, não pode ser mudado. Tudo que aconteceu deve ser um aprendizado.

Como já disse numa postagem anterior, meu ano passado foi terrível em níveis inimagináveis. Enfrentei depressão e ansiedade, e ainda hoje tenho resquícios que me causam recaídas. Mas sigo em frente. Em direção a algo que ainda não cheguei a descobrir.

Essa música está presente na soundtrack[2] oficial do jogo Grand Theft Auto: Vice City. Toca na rádio Flash FM, um tipo de "rádio Flashback".

Já em 2017...

Minha música do ano foi outra clássica: "Summer Madness"[3] ("Loucura de verão", em tradução literal), da banda Kool & The Gang. (Também se encontra presente no jogo Grand Theft Auto: Vice City, mas é de outra rádio, Fever 105.)

Não tem letra, é apenas um instrumental. Por 4 minutos, nenhuma voz:


Kool & The Gang: Summer Madness

Descrever a sensação que essa música me causa é um tanto complicado.

Ela me dá paz. Ela me causa nostalgia. Ela me arranca lágrimas dos olhos (como arranca agora enquanto digito este texto). Ela me traz pessoas importantes à mente. Ela me lembra minha avó, que agora se encontra no Rio, e me lembra de quando eu deitava na cama ao lado dela e apenas ficava ali, contemplando o nada e pensando no tudo. Ela me lembra meu avô e as inúmeras vezes em que eu e ele ficamos assistindo às corridas de Formula 1. Ela me lembra quando eu ia para o playground que existia no meu prédio, e ficava sentado olhando para o céu e apenas vendo as nuvens passarem...

Summer Madness é a minha música do ano e se tornou minha preferida também.

E vocês? Têm alguma música que os toquem profundamente também?

Até a próxima.

_________________
Notas:
[1] "Life's What You Make It" é uma canção de 1986 da banda inglesa Talk Talk. Faz parte do álbum The Colour of Spring, do mesmo ano.
[2] "Lista de músicas", do inglês.
[3] "Summer Madness" é uma música de 1974 da banda americana Kool & The Gang. Faz parte do álbum Light of Worlds, do mesmo ano.

Ao aniversariante do dia...

A gente apostava quem ficava mais tempo debaixo d'água, mas não usávamos uma piscina -- a cabeça ficava dentro de um balde grande. A gente subia e descia a ladeira da Usina, no Rio de Janeiro, imitando Marco e Tarma, os heróis do arcade Metal Slug. A gente teve Beyblade de metal (e a minha caiu num rio: eu chorei, ele riu). A gente travou um portão eletrônico de garagem e entrou em desespero sem saber o que fazer, enquanto o portão fazia um barulho altamente insano, anunciando ao mundo que estava emperrado. Eu já fingi ter levado um tiro à noite e o deixei desesperado; ele se vingou fingindo ter endoidado após eu derrubá-lo jogando Futebol Americano. A gente passou noites e horas jogando clássicos de PlayStation e PolyStation, desde Shadow of the Colossus a Super Mario Bros. A gente cagava de medo de jogar Resident Evil 4, especialmente porque era à noite. E teve aquela vez em que ele me ofereceu leite em pó puro e eu quase morri engasgado com a pasta que se formou e parou na minha garganta...
Hoje, esse cara, com quem eu tive diversas e milhões de aventuras, e ainda tenho o prazer de ter ao meu lado, completa 21 anos. Ainda não vi melhor designer nem melhor jogador de League of Legends. O Matheus é um tipo de cara que você gosta de ter ao lado, por causa da risada, do jeito, de tudo. E eu tenho muito orgulho de tê-lo como irmão.
Parabéns, mano. Que possamos viver muitas aventuras mais, eterno Marco!
Do seu eterno companheiro,
Lucas "Tarma" Cristovam


Ano Novo, header nova, novos rumos!

Em 2016, a header do blog tinha a temática de Stranger Things (o que, se formos levar o título da série ao pé da letra, combinou bem com o ano de 2016 em si). Ela era assim...


Agora, em 2017, eis a nova header do blog!...


A temática da vez é Star Wars. Em 2016, finalmente comecei a assistir a esse tão aclamado e querido clássico. E Star Wars foi uma coisa que me pegou de cara e me conquistou com a maior facilidade.

Além disso, o Favicon (que eu chamo apenas de ícone) do blog também mudou:


Este é o símbolo do Exército de Rebeldes da franquia de jogos arcade Metal Slug. Achei que ficaria legal como ícone do blog, dando um ar de "acesso restrito".

Explicando...

Como disse na última postagem, o ano de 2016 foi extremamente complicado em todos os sentidos. Apenas agora, alterando a header do blog, fui reparar que meu ano foi repleto de Coisas Estranhas (espero que tenham entendido o péssimo trocadilho...).

Em 2017, um novo rumo acontecerá pra mim.

Me mudo do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Norte logo agora, em janeiro, e, quando chegar lá, quero fazer diferente.

Quero descobrir novas galáxias e explorar novos desafios, assim como os heróis de Star Wars fizeram. Quero encarar e enfrentar as coisas com a mesma garra que Luke Skywalker tem; ser ainda mais verdadeiro e puro, assim como a Princesa Leia é; dar a volta por cima e nunca desistir de fazer algo dar certo, assim como Han Solo fazia (especialmente com sua Millenium Falcon!); manter por perto aqueles que são extremamente importantes para mim, assim como C3-PO e R2-D2 se mantinham juntos; e conquistar novas glórias, como Vader conquistou antes de sua queda: a diferença é que, pra mim, não haverá uma queda!

Repetindo a frase final da primeira postagem deste novo ano: que 2017 me traga tudo que 2016 deixou de trazer. Completando essa frase: se ele não trouxer, eu vou buscar.

E este é o porquê da nova header, que permanecerá durante todo o ano de 2017 aqui, ilustrando este blog.

Abraços e que a Força esteja com todos vocês!

Assistidos em 2017

Inspirado no que o Bruno Zago, Daniel Lopes e Alexandre Callari  o pessoal do Pipoca e Nanquim — fazem desde o ano passado, vou começar uma nova lista de filmes e séries que assisti em 2017.

No ano passado, coloquei algumas postagens aqui no blog. Você pode encontrá-las através do marcador "Assistidos".

Começando o ano de 2017 com duas coisas: um filme e uma série.

(01) How I Met Your Mother: Primeira Temporada (2005)
Nota: *****

O pôster da primeira temporada, com os
cinco protagonistas: Lily, Marshall,
Ted, Robin e Barney.

Cara, que série fantástica. Eu, eterno fã de F.R.I.E.N.D.S., achava que essa série era uma simples cópia que deu sucesso, mas me surpreendi ao ver que ela não tem nada em comum com F.R.I.E.N.D.S., excepto pelo fato que é um grupo de amigos e suas aventuras.

How I Met Your Mother mostra Ted Mosby, o protagonista, contando para seus filhos o desenrolar de sua vida até o momento em que ele conhece a mulher que vem a se tornar sua esposa.

A primeira temporada apresenta os personagens e os desenvolve aos poucos, encerrando com aquele ótimo gosto de "Quero mais!".

(02) Rogue One: Uma História Star Wars
Nota: *****

Pôster do filme.
Eu assisti aos filmes de Star Wars no ano passado e me tornei fã imediato da série. Inclusive comecei a ler os Quadrinhos que saem pela Marvel. (Para aqueles que estão curiosos, Marvel Star Wars e Marvel Star Wars: Darth Vader estão saindo no Brasil pela Panini Comics e se encontram na 12ª edição neste mês de Janeiro. Os Quadrinhos se passam exatamente após a destruição da Estrela da Morte, no Episódio IV.)

Rogue One: Uma História Star Wars é, na minha opinião, o filme mais importante de toda a saga, por trazer ainda mais clareza ao Universo Star Wars.

Ele mostra como os rebeldes conseguiram os planos para destruir a Estrela da Morte, e o filme é tão perfeito em tudo que, mesmo não sendo um filme exatamente Star Wars  pois não é um Episódio  ele se encaixa perfeitamente na coisa, e muitos o chamam de Episódio III.5.



E essa postagem marca o meu retorno ao blog, que se encontrava parado há um tempo. O ano de 2016 foi bem complicado  okay, MUITO complicado  mas a vida segue e o jogo não pode parar.

Que 2017 seja aquilo que 2016 não foi. Tanto para mim, como para muita gente.

Abraços e até a próxima postagem!